4 dúvidas comuns que podem surgir na hora de comprar um imóvel

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Ter dúvidas antes de fazer um grande investimento é completamente normal. No caso da casa própria isso é ainda mais compreensível, afinal muitas vezes o valor poupado representa a economia de uma boa parte da vida que é usada em prol da conquista de um sonho.

Por isso, é fundamental se informar sobre como funciona todo esse processo a fim de se sentir seguro em relação ao investimento que está sendo realizado. No texto de hoje separamos quatro dúvidas muito comuns que podem surgir na hora de comprar um imóvel. Confira as respostas a seguir!

1. É possível usar o FGTS para comprar um imóvel?

Sim, é possível usar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para comprar um imóvel. Ele pode ser utilizado tanto para o pagamento da entrada, que é muito comum nos casos de financiamentos imobiliários, quanto para completar o valor em uma aquisição direta.

Entre as principais regras que devem ser seguidas para que seja possível utilizar o FGTS na compra da casa própria estão:

  • Comprovar que trabalhou por no mínimo três anos (de forma contínua ou alternada) sob o regime de contratação CLT;
  • O uso só é permitido para a aquisição de imóveis residenciais urbanos no valor de até R$500 mil.
  • Não ser proprietário de outros imóveis residenciais na cidade onde reside ou trabalha e que pretende comprar o imóvel;
  • Não ter financiamento habitacional ativo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) em qualquer região do país;
  • Morar ou trabalhar na cidade em que pretende comprar o imóvel com utilização do saldo do FGTS.

Em casos de financiamentos imobiliários, é comum que a própria instituição financeira responsável pela concessão do crédito encaminhe o processo para utilização do FGTS. Já nos casos de aquisição direta, ou seja, sem financiamento, é preciso ir até a Caixa Econômica Federal para informar o desejo de realizar a compra utilizando o saldo do Fundo de Garantia.

2. É preciso ter uma renda mínima para financiar um imóvel?

Não existe uma renda mínima predeterminada pelos bancos para que uma pessoa consiga financiar um imóvel. Na verdade o que existe é uma análise que é feita com base em critérios pessoais do cliente e do imóvel envolvidos na negociação. Entretanto, o percentual que costuma ser exigido pelas instituições financeiras é que o valor das prestações não ultrapasse o limite de 30% da renda mensal do solicitante. 

É importante lembrar que a renda de todos os envolvidos pode ser considerada durante um pedido de financiamento. Ou seja, qualquer pessoa que vá residir no imóvel, como cônjuge e filhos economicamente ativos que moram com os pais, podem submeter seus rendimentos para compor a solicitação. Conhecida como composição de renda, essa é uma prática comum e que pode ajudar a aumentar na aprovação de crédito imobiliário.

Portanto, a renda mínima para financiar um imóvel não é fixa e possui relação com os salários e as finanças dos envolvidos. Logo, quanto mais alto for o rendimento mensal, maior pode ser o valor aprovado pelo banco para a compra do bem.

3. Quanto é preciso gastar com a documentação do imóvel?

O valor da documentação irá variar de acordo com o valor da propriedade e a forma como ela está sendo adquirida (à vista ou financiada). No entanto, nos dois casos existem dois documentos que são obrigatórios e que devem fazer parte do planejamento financeiro para a compra da casa própria: o ITBI e o registro do imóvel.

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um imposto municipal que faz parte de qualquer transação que envolva a compra de imóveis. O cálculo do valor é feito em porcentagem e como é uma cobrança municipal, a alíquota varia de uma cidade para outra. Em municípios de Minas Gerais e São Paulo, por exemplo, o ITBI pode chegar a 3% do valor do imóvel.

O registro de imóvel é a declaração oficial de que o comprador é realmente dono da propriedade recém-adquirida. Ele deve ser feito no Cartório de Registro de Imóveis e assim como acontece com o ITBI, o valor também irá variar de uma região para outra. Entretanto, o mais comum é que a alíquota fique entre 2% e 3% do valor total do bem.

4. Quais cuidados são necessários ter antes de comprar um imóvel?

Se está adquirindo um imóvel na planta, é importante conhecer a construtora/incorporadora responsável pelo empreendimento. Para isso, busque referências no mercado e conheça outras obras que já foram entregues anteriormente para ter certeza se a empresa é confiável e se o serviço prestado é bom.

Além disso, também é importante se preparar financeiramente a fim de não ser pego de surpresa com taxas extras que podem estar fora do orçamento. A taxa de evolução de obra e parcela para entrega das chaves são exemplos de custos que precisam fazer parte do planejamento.

Tem outras dúvidas que não foram respondidas neste texto? Fique tranquilo! Na HLTS contamos com consultores que estão sempre prontos para ajudá-lo a responder todas as perguntas sobre como funciona o processo para a compra da casa própria.

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